A Plastilit, conexões, tubos e acessórios, participou pela segunda vez da Feicon Batimat, que neste ano aconteceu entre os dias 15 e 19 de março, em São Paulo, com um público de cerca de 125 mil visitantes. A feira trouxe resultados positivos para a empresa, que tinha objetivo de fortalecer seu plano de expansão nacional.“Tivemos um número de visitas muito alto, tanto de clientes e lojistas de vários estados do Brasil que já revendem os produtos da Plastilit, como de atacadistas e construtores que ainda não haviam tido contato com a empresa diretamente, mas que se mostraram muito interessados em fazer negócios conosco”, conta o diretor comercial da empresa, Luis Felipe Morgado.
Durante a feira, os visitantes puderam conhecer todos os produtos da Plastilit e da Polifort, empresa do grupo que atua no segmento de forros em PVC. Mas, os destaques foram as torneiras e assentos sanitários, últimos lançamentos do segmento de acabamentos da empresa. “Este ano, vamos lançar mais de 60 modelos de conexão para água fria, esgoto e seus complementos, ficando entre as mais completas linhas do pais neste segmento”, revela o diretor comercial.
Embora o setor da construção civil tenha sofrido uma pequena desaceleração no inicio de 2011 em relação a 2010, segundo Luis Felipe Morgado, a feira mostrou que o setor ainda apresenta um poder de movimentação da economia muito grande. “São inúmeras empresas investindo em maquinários, pessoas, ampliando suas plantas fabris, capacitando seus colaboradores, reinventado soluções e buscando novos segmentos. O mercado tem respondido de forma positiva a todo esse investimento”, observa.
Para 2011, a expectativa de crescimento para o mercado de construção civil é cerca de 8,5%, taxa maior que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, que é de 5%. “No caso do segmento de tubulações hidráulicas, o setor tem conseguido superar o índice médio da construção civil, o que nos permite pensar em um aumento de 9,5 a 10% neste ano”, avalia Luis Felipe. Outros fatores que também podem contribuir para o aumento de vendas no setor são o programa federal Minha Casa, Minha Vida e o aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas. “De acordo com levantamento da ANAMACO (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), a classe C corresponde a 77% dos que necessitam reformar e 41% dos que pretendem reformar”, considera Luis Felipe Morgado.